Parque empresarial de uso misto é destaque no mercado imobiliário.

Tendência do segmento de real estate nos Estados Unidos e na Europa, os condomínios de uso misto visam trazer espaços eficientes, funcionais e que proporcionem qualidade de vida e conveniência em um único lo cal. Uma das referências desse segmento no Brasil é o moderno Parque Corporativo Bresco Viracopos, idealizado para atender a demandas logísticas, administrativas e centros de treinamento, comerciais, industriais e de tecnologia. Localizado em Campinas (SP), ao lado do aeroporto de Viracopos e com acesso direto à Rodovia Santos Dumont, o empreendimento tem aproximadamente 1 milhão de metros quadrados de terreno e 418 000 metros quadrados de área total a ser construída, dos quais um terço

Com juro baixo, alugar imóvel volta a ser investimento atrativo

Investimento conservador que costuma fazer especialistas torcer o nariz, a aquisição de um imóvel para alugar ficou mais atrativa na comparação com outros ativos de renda fixa desde que as taxas de juros caíram para patamares mínimos históricos. O mesmo não é dito quando o assunto é a poupança, que ainda domina as aplicações. É uma questão matemática: com a Selic a 6,5%, o ganho bruto mensal de investimentos em renda fixa tradicional é de 0,47%. Na poupança, o rendimento é de 70% da Selic, ou 0,37%. É percentual semelhante ao 0,4% a 0,5% obtido por um proprietário que deseja alugar um imóvel. O cálculo é feito com base no valor de avaliação da propriedade: um apartamento que vale R$ 300 mil

2019 e o mercado imobiliário

Depois de passar por uma de suas maiores crises, o mercado imobiliário brasileiro ensaia um retorno em grande estilo já no primeiro semestre de 2019. Um grave crise econômica combinada com o envolvimento das grandes incorporadoras em escândalos de corrupção simplesmente parou este mercado nos últimos 3 anos, fazendo com que empresas deste setor revisassem seus planos de negócios, freando boa parte dos investimentos previstos e trabalhando apenas com unidades em estoque e em projetos que já estavam em andamento, incluindo até mesmo, aquelas empresas que conseguiram permanecer saudáveis durante este período. Passada a tempestade perfeita, um novo cenário para o mercado imobiliário se vislumbra

Caixa cortará recursos de grandes empresas e focará ações

A Caixa Econômica Federal deve fechar a torneira do crédito para grandes empresas, direcionar recursos para a habitação e estimular o mercado de capitais com a venda de ações e debêntures. A ideia é, com mecanismos próprios, levantar pelo menos R$ 150 bilhões em quatro anos para destinar a novos financiamentos imobiliários. Desse total, pelo menos R$ 100 bilhões virão da venda de carteira de crédito, e outros R$ 50 bilhões, da abertura de capital de quatro subsidiárias. Essa estratégia definida a executivos da Caixa pelo presidente do banco, Pedro Guimarães, significa uma reviravolta na política da instituição, que, até o momento, se comportou como as demais estatais --dependente de recursos

Novo presidente da Caixa sinaliza aumento dos juros do crédito imobiliário

O novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta segunda-feira, 7, após cerimônia de posse no Palácio do Planalto, que a capacidade para captação de recursos do FGTS e da poupança, para financiamento imobiliário, tem um limite, "e este limite chegou". Segundo ele, para continuar a expandir o crédito imobiliário, será preciso vender crédito da carteira da Caixa, "como ocorre em qualquer país do mundo". "Na verdade, a pergunta é por que a Caixa e os outros bancos brasileiros ainda não fizeram isso", disse. Guimarães afirmou ainda que os juros do crédito imobiliário não vão subir no Minha Casa, Minha Vida. Já a classe média terá que pagar mais para ter crédito ou bus

Aspectos da geografia financeira no mercado imobiliário

O mercado imobiliário urbano é altamente diversificado, com inúmeros produtos distribuídos espacialmente pelas cidades. É um setor que tem características próprias, principalmente no que diz respeito ao ciclo de produção, que é relativamente longo se comparado a outras atividades econômicas. Portanto, é uma indústria que aloca e acumula capital no espaço e no tempo. Pesquisadores em economia urbana que estudam as bolhas imobiliárias, provocadas principalmente por distorções econômicas no mercado, apontam que seus efeitos vão desde a queda abrupta nos preços até os elevados riscos financeiros para os bancos e outros setores da economia. Além disso, ressaltam que efeitos como a vacância, a det

Expectativa é de aceleração nas vendas de imóveis

Com o fim das eleições e a redução das incertezas, o mercado de imóveis residenciais deve entrar em um novo ciclo a partir do ano que vem. Em São Paulo, o número de novas unidades, até outubro, já havia superado o ano passado, e os lançamentos devem encerrar 2018 com alta de 5% a 10%, segundo analistas. "Há sinais de um fim de ciclo para o setor e o crescimento mais expressivo do País no ano que vem, acompanhado de uma maior organização das contas públicas, deve favorecer a compra de imóveis", avalia o executivo Carlos Terepins, da incorporadora Nortis, de São Paulo. "Algumas regiões, como a fronteira agrícola e São Paulo, devem se recuperar mais rápido." Nos dez primeiros meses do ano, fora

Imóvel tombado pode obter isenção de IPTU em 2019

Há, atualmente, muitos bairros de São Paulo possuem o mesmo desafio: lidar com os imóveis tombados que abrigam. Na Mooca, os galpões industriais fazem parte do projeto Distrito Mooca, que tenta restaurar os espaços da região com ajuda da economia criativa. No Bixiga, onde quase todos os imóveis são tombados, há dezenas de prédios abandonados. O mesmo ocorre com muitos casarões do Jardim América, que também é protegido pelo tombamento. Ao todo, São Paulo tem pouco mais de três mil imóveis tombados pelas autoridades municipais. Sendo que 60% deste total, se concentra no Centro da cidade. Discutida já há alguns anos, a isenção de cobrança e o desconto de Imposto Predial e Territorial Urbano (IP

Mercado imobiliário deve voltar a crescer em 2019

O mercado imobiliário deve ter uma nova fase de cres cimento a partir de 2019, sustentando pela perspectiva de oferta de crédito barato para construção e aquisição de imóveis, em meio a um cenário macroeconômico com taxa básica de juros em torno de 8% ao ano e inflação estabilizada no patamar de 3% a 4%. A perspectiva é do economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci. "A nossa expectativa é que entremos em um novo ciclo de crescimento do mercado imobiliário a partir de 2019", afirmou Petrucci durante palestra na Convenção Secovi, que reúne empresários do setor. "Acredito que teremos um País em que não estamos acostumamos a trabalhar, com taxa de juros b

Caixa vai focar crédito imobiliário e baixa renda, diz novo presidente

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou nesta quarta-feira (2) que pretende focalizar a atuação do banco estatal no crédito imobiliário e no atendimento a correntistas de renda mais baixa, deixando de lado operações com grandes empresas. Guimarães criticou atuação do banco nos governos do PT, que liberou empréstimos a empresas como a Petrobras no balcão da Caixa. “Até que ponto a Caixa tem que ter mais de R$ 100 bilhões em empréstimos a grandes empresas, que podem tranquilamente tomar esses recursos no mercado interno e no mercado externo? Por que a Caixa, com 93 milhões de clientes, que não consegue financiar microcrédito e não tem operação relevante de consignado, tem que emprestar

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