Hoje é o último dia para entregar IR 2018. Veja dicas para não cometer erro

1) Quem é obrigado a declarar Há uma série de situações que obrigam uma pessoa a fazer a declaração de Imposto de Renda. Se você se enquadrar em pelo menos uma delas, já está obrigado a entregar o IR 2018. As principais condições são: Recebeu mais de R$ 28.559,70 de renda tributável no ano passado (salário, aposentadoria ou aluguéis, por exemplo); Ganhou mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte em 2017 (como indenização trabalhista, rendimentos de poupança ou de outros investimentos); Era dono de bens (imóveis, veículos, entre outros) que somam mais de R$ 300 mil. 2) Baixe o programa de preenchimento da declaração Para fazer a declaração do IR 2018, vo

30% dos contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda 2018; prazo termina na s

Quem ainda não entregou a declaração do Imposto de Renda à Receita Federal tem até as 23h59min59s da próxima segunda-feira (30) para encaminhar o documento. Conforme dados do órgão federal, até as 11h desta quinta-feira (26), 19.888.169 declarações haviam sido recebidas pelos sistemas da Receita — 70% das 28,8 milhões estimadas. A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. Na última hora, mesmo que o contribuinte não tenha todas as informações necessárias, deve entregar a declaração com o básico de dados que tiver. Isso evita a multa. Entrega até segunda-feira do jeito que for possí

Mensagem em aplicativo de celular serve como prova de rescisão de contrato de corretagem

Um corretor de imóveis ajuizou ação contra um casal pedindo R$ 21 mil de comissão de corretagem pela venda de um imóvel, mais R$ 10 mil de indenização por danos morais. Segundo os autos, o autor foi procurado pelos réus para realizar a venda de um imóvel situado no Sudoeste, assinando contrato de exclusividade. O corretor revelou que seria pago o percentual de 5% sobre o efetivo preço da transação, e que o contrato teria o prazo de 60 dias, sendo automaticamente renovado caso não houvesse desistência formal com 30 dias de antecedência. Ainda, a comissão de corretagem seria igualmente devida se os réus realizassem venda do imóvel na vigência do contrato. A controvérsia dos autos envolveu veri

Quanto posso cobrar de caução em aluguel por temporada?

É comum alugar imóveis por temporada, mas você sabe quanto cobrar de caução nesse tipo de contrato? Confira a seguir dicas sobre aluguel por temporada. Verão, alta temporada e férias! Para quem possui imóveis disponíveis para locação, costuma usá-los nesse período para aumentar a renda mensal. Porém, é necessário alguns cuidados em relação a esse tipo de contrato! A lei do inquilinato é clara em alguns pontos e auxilia tanto o dono do imóvel, quanto o contratante, em relação as possíveis dúvidas. Sobre o que caracteriza um contrato de curta temporada, ela diz: • Lei nº 8.245 de 18 de Outubro de 1991 Dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos e os procedimentos a elas pertinentes. “Art. 48.

Decoração de luxo para apartamentos pequenos

Nos últimos anos os apartamentos são entregues com metragens cada vez menores. Grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Paris e New York entregaram imóveis 28% menores. Um dos motivos para essa transformação é o estilo de vida ter mudado. É cada vez mais comum vermos famílias menores, com um ou no máximo dois filhos, ou até mesmo filhos que saem da casa dos pais, no interior, para estudar ou trabalhar nessas grandes cidades. Eles acabam morando sozinhos ou dividindo apartamentos menores com amigos. No entanto, engana-se quem acha que esse público não se preocupa com luxo e conforto. A atual juventude está sempre atrás de requinte e é possível ter esse requisito em apartamentos pequeno

Morar perto do trabalho é sonho paulistano

O crescimento da população das cidades e o aumento do tempo de deslocamento diário de casa para o trabalho faz com que a vontade de diminuir essa distância seja uma constante entre os moradores de grandes centros urbanos. Júlia Rosin trabalha na Secretaria de Direitos Humanos de São Paulo e até o ano passado morava em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital. “O tempo que levava para eu chegar ao Centro, às vezes, demorava duas horas, o que me deixava muito cansada e estressada”, conta. Ela aproveitou uma promoção a chefe de divisão estratégica do órgão e decidiu viver em uma região que tornasse sua vida mais confortável. Com base em estudos internos, a gerente de Inteligênc

Posts Recentes

 Av. Giovanni Gronchi 6195, 05724-003 conjunto 1912 São Paulo/SP 

  • LinkedIn Social Icon

© Copyrigh reserved  2018